No que concerne à história do Trampolim não se sabe exactamente a data do seu surgimento. Pode dizer-se que ocorreu uma sequência evolutiva.
Sabe-se que, à centena de anos, na Idade Média os acrobatas de circo, utilizavam tábuas de molas nas suas apresentações e os trapezistas realizavam novos saltos a partir do impulso realizado da rede de segurança.
Estas podem ou não ser as verdadeiras origens do Trampolim, mas é certo que no inicio desse século havia apresentações que usavam uma "cama de segurança" para distrair as platéias. A cama de segurança era, na realidade, um pequeno Trampolim coberto com roupas de cama sobre o qual os artistas desempenhavam a maior parte de seus atos.
Referenciando datas e factos concretos, podemos considerar que a Ginástica Rítmica nasceu nos Estados Unidos. Foi em 1936 que o Americano George Nissen fez um trampolim na sua garagem e o usou para o ajudar nas suas actividades de queda e mergulho. Segundo Carvalho (2009) George Nissen, conjuntamente com a sua mulher e um grupo de Professores de Educação Física, elaborou esquemas de treino e textos de apoio, com o intuito de divigulgar o aparelho e demonstrar os diferentes exercícios possíveis de se realizar no Trampolim.
Na segunda guerra mundial, também se utilizou o Trampolim. A escola da marinha e aeronáutica dos E.U.A. aplicou o uso do Trampolim no treino dos seus pilotos e navegadores. Oportunizando-lhes à prática concentrada em orientação, de uma forma que nunca fora possível de ser trabalhada antes. Depois da guerra, o desenvolvimento do programa espacial trouxe novamente o Trampolim, para contribuir no treino tanto de astronautas americanos quanto de soviéticos, dando a experiência de posições corporais variadas em vôo.
Em Londres na década de 60 ocorreram as primeiras competições internacionais, mais de 54 países já disputaram vinte e um campeonatos mundiais. É também nesta decada que várias Federações vão sendo formadas. Foi precisamente em 1964 que foi fundada a Federação Internacional de Trampolins (FIT) e que se realizou o 1º Campeonato do Mundo em Londres. A partir de 1968 os Campeonatos do Mundo passaram a realizar-se de dois em dois anos alternando com os Campeonatos da Europa.
Em Portugal, os trampolins são uma modalidade relativamente recente. A primeira prova nacional foi realizada em 1976 sob a alçada de Federação Portuguesa de Ginástica que superintendeu a modalidade até 1991, altura em que é fundada a Federação Portuguesa de Trampolins e Desportos Acrobáticos (FPDA), (Carvalho, J. 2009).
Segundo Carvalho (2009), os Trampolins são ainda uma modalidade gímnica em grande desenvolvimento técnico devido ao facto de pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000, constarem do programa Olímpico, dando-se a confirmação como modalidade Olímpica apenas em Trampolim Individual nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004.
Portugal esteve presente em Atenas (2004) onde Nuno Merino arrecadou um execelente 6º lugar.
Sabe-se que, à centena de anos, na Idade Média os acrobatas de circo, utilizavam tábuas de molas nas suas apresentações e os trapezistas realizavam novos saltos a partir do impulso realizado da rede de segurança.
Estas podem ou não ser as verdadeiras origens do Trampolim, mas é certo que no inicio desse século havia apresentações que usavam uma "cama de segurança" para distrair as platéias. A cama de segurança era, na realidade, um pequeno Trampolim coberto com roupas de cama sobre o qual os artistas desempenhavam a maior parte de seus atos.
Referenciando datas e factos concretos, podemos considerar que a Ginástica Rítmica nasceu nos Estados Unidos. Foi em 1936 que o Americano George Nissen fez um trampolim na sua garagem e o usou para o ajudar nas suas actividades de queda e mergulho. Segundo Carvalho (2009) George Nissen, conjuntamente com a sua mulher e um grupo de Professores de Educação Física, elaborou esquemas de treino e textos de apoio, com o intuito de divigulgar o aparelho e demonstrar os diferentes exercícios possíveis de se realizar no Trampolim.
Na segunda guerra mundial, também se utilizou o Trampolim. A escola da marinha e aeronáutica dos E.U.A. aplicou o uso do Trampolim no treino dos seus pilotos e navegadores. Oportunizando-lhes à prática concentrada em orientação, de uma forma que nunca fora possível de ser trabalhada antes. Depois da guerra, o desenvolvimento do programa espacial trouxe novamente o Trampolim, para contribuir no treino tanto de astronautas americanos quanto de soviéticos, dando a experiência de posições corporais variadas em vôo.
Em Londres na década de 60 ocorreram as primeiras competições internacionais, mais de 54 países já disputaram vinte e um campeonatos mundiais. É também nesta decada que várias Federações vão sendo formadas. Foi precisamente em 1964 que foi fundada a Federação Internacional de Trampolins (FIT) e que se realizou o 1º Campeonato do Mundo em Londres. A partir de 1968 os Campeonatos do Mundo passaram a realizar-se de dois em dois anos alternando com os Campeonatos da Europa.
Em Portugal, os trampolins são uma modalidade relativamente recente. A primeira prova nacional foi realizada em 1976 sob a alçada de Federação Portuguesa de Ginástica que superintendeu a modalidade até 1991, altura em que é fundada a Federação Portuguesa de Trampolins e Desportos Acrobáticos (FPDA), (Carvalho, J. 2009).
Segundo Carvalho (2009), os Trampolins são ainda uma modalidade gímnica em grande desenvolvimento técnico devido ao facto de pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000, constarem do programa Olímpico, dando-se a confirmação como modalidade Olímpica apenas em Trampolim Individual nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004.
Portugal esteve presente em Atenas (2004) onde Nuno Merino arrecadou um execelente 6º lugar.
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