O Trampolim é uma actividade naturalmente espectacular com muito rítmo no qual os seus participantes podem disfrutar do seu poder elástico proporcionando diversão e satisfação. A sua deformação elástica é tal que pode permitir aos seus executantes atingir uma altura superior a 7 metros.
O Trampolim é visto como um desporto por si só estando incluído no programa olímpico, no entanto constitui também um excelente método de treino para outras actividades devido às suas características elásticas. Assim, é possível usá-lo em actividades de treino no qual o homem desafia a própria gravidade aterrando sobre os pés, sentado, de frente ou costas, entre outras posições de aterragem.
Como modalidade Olímpica a rotina de competição dos Trampolins efectua-se em 4 aparelhos distintos, nos quais os atletas executam múltiplos saltos mortais e piruetas:
1. Trampolim (mais conhecido por cama elástica): está dividido em Trampolim individual ou sincronizado. Neste último dois atletas realizam em simultâneo o mesmo exercício cada um no seu trampolim. A competição de Trampolim (Individual e Sincronizado) é caracterizada por três passagens: Série Obrigatória ou 1 e Série Facultativa (Preliminares) e mais uma Série Facultativa nas finais. Cada passagem consiste em realizar 10 elementos técnicos consecutivos.
2. Duplo Minitrampolim: na competição de Duplo Mini-Trampolim existem 4 passagens. Duas nas preliminares e mais outras duas nas finais da competição. Cada passagem consiste em realizar o primeiro elemento técnico em uma das seguintes áreas: “Mount” ou “Spotter” seguido de mais um elemento técnico na área designada “Dismout”, constituindo assim dois elementos técnicos por passagem.
3. Mini-Trampolim: Na competição de Mini-Trampolim existem 3 passagens. Estas constituem um concurso único, não existindo lugar a preliminares e finais nesta especialidade. Cada passagem consiste em realizar apenas um elemento técnico (salto), após uma corrida de aproximação ao aparelho, devendo o ginasta realizar uma recepção estável em pé, dentro da área devidamente delimitada para o efeito.
4. Tumbling: esta disciplina é extremamente espectacular e requer reacções dinâmicas, consciência espacial, coordenação, força e coragem. Os exercícios não ultrapassam mais do que alguns segundos mas requerem vários anos de trabalho árduo. O ginasta ganha a velocidade e o poder executando ao longo de uma pista de 25 metros uma série dos mortais e de piruetas. Os ginastas de classe superior executam exercícios compostos por dois duplos mortais, conseguindo os melhores realizar três duplos mortais, com ou sem piruetas. As séries têm uma duração entre os 4 e 5 segundos, conseguindo os ginastas realizar alguns elementos técnicos a 4 e 5 metros de altura.
O Trampolim é visto como um desporto por si só estando incluído no programa olímpico, no entanto constitui também um excelente método de treino para outras actividades devido às suas características elásticas. Assim, é possível usá-lo em actividades de treino no qual o homem desafia a própria gravidade aterrando sobre os pés, sentado, de frente ou costas, entre outras posições de aterragem.
Como modalidade Olímpica a rotina de competição dos Trampolins efectua-se em 4 aparelhos distintos, nos quais os atletas executam múltiplos saltos mortais e piruetas:
1. Trampolim (mais conhecido por cama elástica): está dividido em Trampolim individual ou sincronizado. Neste último dois atletas realizam em simultâneo o mesmo exercício cada um no seu trampolim. A competição de Trampolim (Individual e Sincronizado) é caracterizada por três passagens: Série Obrigatória ou 1 e Série Facultativa (Preliminares) e mais uma Série Facultativa nas finais. Cada passagem consiste em realizar 10 elementos técnicos consecutivos.
2. Duplo Minitrampolim: na competição de Duplo Mini-Trampolim existem 4 passagens. Duas nas preliminares e mais outras duas nas finais da competição. Cada passagem consiste em realizar o primeiro elemento técnico em uma das seguintes áreas: “Mount” ou “Spotter” seguido de mais um elemento técnico na área designada “Dismout”, constituindo assim dois elementos técnicos por passagem.
3. Mini-Trampolim: Na competição de Mini-Trampolim existem 3 passagens. Estas constituem um concurso único, não existindo lugar a preliminares e finais nesta especialidade. Cada passagem consiste em realizar apenas um elemento técnico (salto), após uma corrida de aproximação ao aparelho, devendo o ginasta realizar uma recepção estável em pé, dentro da área devidamente delimitada para o efeito.
4. Tumbling: esta disciplina é extremamente espectacular e requer reacções dinâmicas, consciência espacial, coordenação, força e coragem. Os exercícios não ultrapassam mais do que alguns segundos mas requerem vários anos de trabalho árduo. O ginasta ganha a velocidade e o poder executando ao longo de uma pista de 25 metros uma série dos mortais e de piruetas. Os ginastas de classe superior executam exercícios compostos por dois duplos mortais, conseguindo os melhores realizar três duplos mortais, com ou sem piruetas. As séries têm uma duração entre os 4 e 5 segundos, conseguindo os ginastas realizar alguns elementos técnicos a 4 e 5 metros de altura.
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